Natalense sofre com uma doença misteriosa

17/07 – Hermilla teve alta em São Paulo e está voltando para Natal

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Hermilla teve alta do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e retorna para Natal nesta sexta-feira (17), após dois meses de internação. Ela viajou em busca de um diagnóstico da doença mas a família de Hermilla ainda não fala sobre o mesmo.

Estamos acompanhando aqui no blog o caso da Hermilla desde Abril deste ano. Veja mais sobre o que está acontecendo com ela no fim do artigo.

02/06 – Amigos usam conta de Hermilla no Instagram para arrecadar fundos

Todas as arrecadações coletadas pelos amigos em campanha criada no Instagram foram suficientes para enviar Hermilla (veja a sua história mais abaixo dessas notícias) para o hospital Sírio Libanês. Ela passou por um monitoramento neurológico que durou 48h e realizou exames de sangue. No entanto, a equipe médica informou que a nutricionista deve passar pelo menos mais dois meses internada até a apresentação de um diagnóstico preciso.

Além dos exames, Hermilla também está fazendo reabilitação motora. Ela tem dificuldades de digerir alguns alimentos. No entanto, de acordo com Ana Luísa Flor, amiga de Hermilla, a verbalização já evoluiu bastante. “Estamos muito contentes com a evolução dela. A campanha continua, afinal, manter o custeio desse tratamento lá em São Paulo não é nada barato. Esperamos continuar contando com a solidariedade de todos e temos fé de que ela vai se recuperar em breve”, afirmou.

Clique AQUI para ajudar Hermilla.

(Do G1)

26/05 – Hermilla viaja esta semana para SP

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Segundo informações do Novo Jornal Hermilla viaja nesta semana a São Paulo para dar continuidade ao seu tratamento médico. Já são onze meses convivendo com uma doença que ainda não foi diagnosticada. A expectativa dos familiares é de que, na capital paulistana, com o auxílio de equipamentos mais desenvolvidos tecnologicamente, Hermilla possa descobrir qual patologia está enfrentando e, em seguida, conseguir a cura.  Veja toda a notícia aqui.

A história de Hermilla

Esta é a Hermilla e o seu caso de doença rara e grave ganhou as redes sociais em Natal há algumas semanas:

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Hermilla Torres tem 27 anos, é natalense, nutricionista, mestranda em nutrição pela UFRN e era uma moça ativa, saudável e sem nenhum histórico de doença grave.

Em Junho de 2014 Hermilla voltou de uma viagem que fez a passeio em São Paulo-SP com sintomas de gripe, febre, dor no corpo e etc., assim que chegou foi na urgência do Hospital de Saúde São Lucas em Natal-RN no qual a diagnosticaram com dengue. Até aí tudo bem.

Acontece que ao amanhecer a mãe dela a encontrou inconsciente na cama, tentou chamá-la, porém sem sucesso, nesse mesmo tempo ela teve umas três ou quatro convulsões, nas quais se debateu muito, ficou inconsciente e arroxeada. Após as convulsões, ela continuava desacordada.

Nesse meio tempo a família chamou a SAMU e esperou impacientemente por 15 minutos vendo Hermilla quase sem respirar, o que os deixou desesperados. Sem saberem quanto tempo de vida restava ainda a Hermilla, os familiares a colocaram em um carro e foram rumo à urgência do Hospital do Coração. Os familiares achavam que estavam perdendo Hermilla.

Chegando ao hospital ela foi direto para a UTI e lá permaneceu por 2 meses em coma induzido inicialmente com a sonda para alimentação e respiração. Após um mês foi necessário a realização da traqueostomia.

No decorrer dos dois meses, os médicos retiraram o sedativo por inúmeras vezes, mas as convulsões sempre retornavam.

Ela estava coberta por uma equipe de bons especialistas, mas nenhum deles conseguiu diagnosticar a doença que ela tinha. Suspeitaram de encefalite das mais diversas causas, meningoencefalite, doença auto imune, lúpus, chicungunha, dentre outros. Ela recebeu medicamentos para todos esses tratamentos, porém sem sucesso.

Após novas tentativas da retirada do coma, os médicos prepararam um composto de anticonvulsivantes e aos poucos Hermilla foi saindo do coma em uma nova realidade que ninguém jamais imaginaria enfrentar. Acordou sem falar por causa da traqueo, sem comer, pois desaprendeu a comer e engolir, e sem andar devido aos dois meses parada encima da cama, além disso, não sabia aonde estava, perdeu a memória de dois anos e não reconhecia algumas pessoas.

Essa guerreira enfrentou as dificuldades mesmo com convulsões e voltou para casa acompanhada por enfermeiras. Todos os dias sua rotina era fisioterapia, psicólogo, fonoaudiólogo, remédios, consultas e exames e assim continuou sem progressos significativos.

Recentemente Hermilla foi internada com uma lesão pulmonar grave com risco de morte, pesando apenas 35 quilos, desnutrida e vomitando tudo o que comia. Os médicos passaram antibióticos para a lesão cuja causa era desconhecida. Ela foi medicada pra tudo, fungos, bactérias, etc.

Seu corpo já não aguentava tantos medicamentos. No hospital, chegou a ter 16 convulsões e uma durou 5 min constantes.

Neste ponto, Hermilla e a família já não aguentavam mais tanto sofrimento. A moça começava a se despedir dos seus familiares e a ter acessos de loucura.

Surpreendentemente, para a alegria de todos, Hermilla saiu do hospital na Sexta-feira antes dos dias das mães, para enorme presente da sua mãe.

Atualmente, ela toma 18 medicamentos diferentes, entre eles inúmeros anticonvulsivantes em doses máximas e passa o dia dopada e ainda assim tendo convulsões constantes. Dia 18/05/2015 ela teve 9 dolorosas convulsões.

É nesse contexto que os pais, irmãos, tios, primos e amigos imploram e suplicam a ajuda de vocês todos que lêem este blog. Ajude-nos a divulgar seu caso pelo país. Alguém deve ter algum sintoma parecido, ou alguém pode saber mais detalhes do problema dela.

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Por favor, doem ou compartilhem, curiozzzos! Use a tag: #ajudehermilla e vamos formar uma imensa corrente nas redes sociais.

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