8 coisas que você não sabia sobre o maior museu do Rio Grande do Norte

Já falei aqui no blog daquelas 12 curiosidades com fotos raras sobre o maior escritor da história do Rio Grande do Norte. Agora veja esta lista inédita sobre o museu que leva o nome dele!

O Museu Câmara Cascudo, conhecido também por MCC, foi criado no dia 04 de outubro de 1973, e é um museu de ciências naturais e antropológicas, mantido pela Universidade Federal do estado, localizado na cidade do Natal. O museu tem exposição de fósseis, anatomias, artes, além de peças importantíssimas do estado.

Ele é o mais completo museu do Rio Grande do Norte

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O MCC possui o mais completo acervo sobre o patrimônio histórico, cultural e natural do Rio Grande do Norte

Ele já foi um dos centros pesquisa mais produtivos do Brasil

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Foto: Site do MCC

Por pouco mais de uma década, de 1960 à 1974, ele foi um dos centros pesquisa mais produtivos do Brasil.

Ele guarda um “tatu gigante”

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No acervo do MCC está o Pachyarmatherium brasiliense, um parente gigante do tatu, um animal de 100kg descoberto em 2010 numa caverna na cidade de Baraúna. Presume-se que tenha entre 40 e 100 mil anos. O material foi coletado nos anos 60 e levado para o Museu Câmara Cascudo. Leia mais sobre esse bicho aqui.

O museu expõe pegadas de dinossauros e mais 10 tipos de coisas interessantes

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Lá estão em exposição permanente amostras de fósseis, sedimentologia, espelologia, malacologia, anatomia comparada, arte sacra e popular, indiologia, arqueologia e culto afro-brasileiro. Além disso estão à mostra por lá moldes em gesso de pegadas originais de dinossauros!

Nos fundos do museu são conduzidos estudos de nível internacional!

 

Fosseis

Estagiários Jéssica Fernanda e Lucas Henrique, e o paleontólogo Fernando Henrique Barbosa

Pode passar despercebido para alguém que visite uma exposição no Museu, mas em uma sala comprida por trás do prédio um grupo de cientistas conduzem estudos de nível internacional. Eles investigam indícios de doenças nos fósseis de animais pré-históricos do R. G. do Norte, para entender como estes animais viviam e como adquiriam estas doenças.

Você também acha por lá reproduções de animais, praias e cavernas…

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O museu apresenta ainda reproduções da fauna e da flora potiguar, praias e cavernas, com destaque para o Pico do Cabugi

Dentro do museu tem uma caverna. Veja o vídeo:

A pesquisa paleontológica do Rio Grande do Norte começou na caverna Olho D’água da Escada que fica no município de Baraúna, o mesmo local onde foi encontrado o “tatu gigante”. Lá os professores da UFRN desvendavam um pouco da pré-história do estado.

Depois da criação do museu foi então criada uma reprodução bastante fiel desta caverna, com morcegos reais e tudo, na intenção de reproduzir aquele ambiente de trabalho, e assim tentar levar até os visitantes uma noção da experiência de como o trabalho na época.

O museu foi melhorado após sofrer uma reforma de 4 anos

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Um investimento de mais de R$ 1 milhão tornou possíveis obras profundas no prédio, que começaram em Janeiro de 2011 e foram até Julho de 2015. Todo o projeto elétrico e hidráulico foi refeito, bem como a acessibilidade e a disposição interna também receberam alterações. Salões de exposições foram climatizados e contemplados com iluminação adequada. Todas as exposições permanentes foram replanejadas.

Interessante ou não é? Isso me lembrou até aquela canoa encontrada na Lagoa de Extremoz que é o artefato náutico mais antigo do Brasil

Fonte: Science Blogs , Museu Câmara Cascudo – Histórico , Meio Ambiente – UFRN e Tribuna do Norte.

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