4 momentos bem tensos da política no Rio Grande do Norte

Os protagonistas deste post levaram o conceito de “saia justa” para outro nível!

O dia em que o candidato Robério Paulino disse na cara do Henrique Alves que ninguém aguenta mais ele

se o Henrique achou isso pesado, imagina o que viria depois

Ou aquele dia em que o vereador Luiz Almir recebeu uma lição de moral de uma professora e deu graças a deus que foi por carta…

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A sessão ordinária do dia 13 de Abril de 2016 da Câmara Municipal de Natal discutia o corte do ponto dos professores da rede municipal de ensino que estavam em greve.

O vereador questionava se os professores se desculpariam com os pais das crianças que estão sem aulas. Quando soltou:

“Eu não quero voto de vocês não bando de bestas. Eu tô querendo é explicação para eu dizer ao povo. Ora! Pode latir aí até dar uma dor”

Uma professora escreveu assim uma carta bastante indignada para o político:

Senhor vereador, vou começar esta carta agradecendo a você pelas palavras proferidas na câmara ao falar para os que ali ouviam, incluindo professores e outras pessoas tão comuns, agradeço por me inspirar, pois lembrei uma frase em LATIM, que justificará meu texto. Não, não entenda LATIR, é latim, língua não vernácula, mas muito citada pelos conhecedores e estudiosos da língua. Leia isso: FACIT INDIGNATIO VERSUM.
A besta aqui, sou professora de língua portuguesa “MAGISTER SUM”, mulher, cidadã, consciente do quão desprezível é o senhor, traduzirá com propriedade o que essa frase significa, para que você, “homem”, pai, vereador, ignorante, mal-educado, preconceituoso, misógino, saiba que esses adjetivos não são força de expressão, estou exercendo o meu direito de resposta, pois como o senhor discursou na câmara, ofendendo os professores, e tem imunidade para isso, aproveito-me deste seu direito e posso respondê-lo da forma como considerar adequada, não é interessante?” Leia a carta inteira aqui.

Ai, essa doeu! E ainda teve a parte 2!

Teve também aquele dia em que o deputado Carlos Augusto Maia foi abordado pela polícia, ficou puto porque estava sendo filmando e pagou um mico

Deputado: “tá fazendo o que com esse celular?”

Policial: “quem eu? Tô tentando descobrir que tipo de Pokémon o senhor é!”

E finalmente aquela tarde em que a Amanda Gurgel mostrou um número a Câmara dos Deputados não costumava ver: o do salário dela, 930 reais

TENSÃO ORDINÁRIA!

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