outubro 04

Luiz Almir x Professora Séfora (parte 2)

O que? De novo? É sério isso?

Pois é! Infelizmente sim! O vereador reeleito nas eleições de 2016, Luiz Almir, não cansado da última vez em que levou a maior lição de moral da vida, partiu pra um segundo ataque insano, desta vez a vítima foi a candidata à vereadora pelo PSTU Amanda Gurgel, e a professora Séfora Cavalcanti mais um vez lindamente deu um nocaute em forma de carta aberta.

Tudo aconteceu quando Amanda Gurgel obteve nas eleições um total de 8.002 votos, porém para que pudesse ser eleita tinha que ter alcançado mais de 12 mil votos, o chamado “quociente eleitoral”, então ela ficou de fora.

Almir em seu programa de rádio afirmou que a vereadora Amanda Gurgel voltará a dar aulas como “castigo” por não ter sido eleita.

E o resultado ó…

PRA VOCÊ, Luiz Almir, com toda a minha educação!

– CARTA ABERTA AO VEREHÁDOR, INDIGNO E EXECRÁVEL, LUIZ ALMIR –

“Infame senhor, mesmo depois de tanta asnice proferida pelos seus lábios botulínicos antes das eleições, a respeito dos professores, até outra carta já lhe escrevi e viralizou na rede, você ainda não aprendeu a se portar como deveria ser um vereador reeleito? Pelo menos em respeito a sua mulher, uma professora, como disse você ao tentar se redimir com palavras não críveis, ou em respeito aos seus 7339 incipientes eleitores, porém nada disso adiantou. Após as eleições, no seu programa de rádio, latiu que Amanda Gurgel, a segunda mais votada vereadora, voltará a dar aulas como castigo, uma vez que não atingiu o quociente eleitoral.

Senhor pulha, segundo o Aurélio ou mesmo o Houaiss, CASTIGO, para ser mais formal, tem como sinônimo pena, correção severa; punição; será que isso se aplica, de fato, a ministrar aulas? Por que você insiste em ser tão desprezível? Castigo é suportá-lo mais 4 anos devido à falta de aulas que seus eleitores não tiveram sobre o que é ser um homem eu honra seus eleitores, já que és um “homem”. Sabe aquela frase de Simone de Beauvoir? Claro que não sabe, mas direi assim mesmo parafraseando-a: “Ninguém nasce homem, torna-se homem”. Isso é fato, suas atitudes não se assemelham com nenhum que seja, de fato um. Não venha usar o argumento reles de ter um órgão sexual masculino, porque isso se compra, e fazendo referência a letra de Rita Lee, Pagu, saiba “sou mais macho que muito homem”. E pra você ser homem de verdade, não precisa latir, vociferar, xingar, ladrar suas vis palavras, sempre mal-vindas, sempre recheadas de desdém e desprezo, seja pelos marginalizados seja pelos que não são, mas nos seus lábios botulínicos se tornam. Isso é um castigo. Ouvi-lo, é um castigo; saber que tens lábia para os ignorantes, é um castigo; saber que não vais mudar nunca, é um castigo e ter a certeza de que você tem a certeza de que é um filho de Deus apesar de tudo isso, é um castigo. Mas és um castigo, na verdade, para si mesmo. Como você se suporta?

A cada ano e a cada eleição, suas medíocres palavras se alastram, não tens apoio, a não ser dos que temem tuas chulas palavras, e o preferem por perto para poder calá-lo, imagina que castigo é ouvi-lo, estás sentindo? Ou ainda daqueles pobres de conhecimento os quais acreditam que aquilo que tu fazes é uma bênção e és um “homem” bom porque ajuda àqueles que carecem, mas se você não fizer como vereador, quem fará, Deus? Não. Claro que não, tem que ser o devoto de Santa Clara! Esse homem que nasceu para ajudar aos pobres, que exalta os humilhados, violenta os marginalizados, é favorável a redução da maioridade, mas não mostra uma solução, só punição; que quer a independência da zona norte, mas que não sabe o que é educação. Fico aqui pensando nas aulas que recebeu, talvez até o ensino fundamental não tenham surtido efeito algum, pois se surtiram, deve ser nas suas orações a Deus ao pedir perdão pela mediocridade, e que agora sua sordidez e sua ignorância sejam o seu castigo, a sua pena. Lembrei agora do meu amigo Platão “o castigo dos bons que não fazem política é ser governados pelos maus”. Não há nada mais claro que isso. Porém, eu, que pago seu salário, farei você sentir o poder das palavras e olhe que aprendi muitas delas nas aulas e nenhuma foi um castigo, pelo contrário, foram puro prazer, o mesmo prazer que sinto agora quando as palavras vêm a minha cabeça e não sei se escrevo todas ou se grito, são tantas, as aulas que recebi estão lhe dando esse castigo. Essa pessoa que aqui lhe escreve tem vocação. E você, qual a sua? Um vereador, um seresteiro? Que castigo, hein?

Seu rasteiro, não fale em educação, você não sabe o que é. Mas saiba que, como castigo, terá a mim como sua fiel criticadora, aquela Professora, com P maiúsculo mesmo, aquela que fará de tudo para você entender que educação, mesmo depois de muitas décadas pode ser ensinada, e se não quiseres, esse será seu castigo, pois me calar você não pode; medo de você, passou longe; dever a você muito menos; querer-lhe por perto jamais, no entanto, minhas palavras, meu latim, meu verbete serão seu castigo, não por ódio, você é indigno disso, por pena mesmo. Saiba que o castigo dos sãos é a educação; dos sórdidos é o desespero. Essa frase é minha. Espero que dessa vez você leia, mas como castigo!”

Sem mais,

Professora Séfora Cavalcante

post-licao-moral-carta-sefora-para-luiz-almir-parte-2-thug-life

AUAHAUAHAHAHAHA cara na moral tem certas palavras que doem mais que um soco na cara.

Ta aí levou cartinha pra casa de novo. Sem mais para o momento, ok Luizão? Para de falar besteira com as pessoas cara, fica de boa aí que você já viu que não tem chance nesse ringue.

Só me lembrei daqueles 4 momentos da política no Rio Grande do Norte que foram bem constrangedores

 

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