Os apelidos potiguares na lista da Odebrecht

Os diretores da Odebrecht relacionavam as propinas a seus destinatários colocando apelidos polêmicos, e com os políticos do Rio Grande do Norte não foi diferente.

Na lista o Henrique Eduardo Alves ganhou dois apelidos, segundo o Ariel Parente ele era chamado de “Rio Grande”. Já o Cláudio Melo Filho, outro diretor da Odebrecht, mencionou que o mesmo era: “Tique Nervoso”.

A ex-governadora Wilma de Faria foi marcada como “Cobra”.

O senador Agripino Maia, que recebeu 100 mil reais, e seu filho, Felipe Maia, que recebeu 50 mil, seriam “Pino” e “Pininho”, respectivamente.

Já a ex-governadora Rosalba Ciarline, que teria recebido 350 mil reais, era chamada de Carrossel.

O ex-governador Iberê Ferreira era “Hospital”, onde ia com frequência em 2010 para tratar um câncer.

Garibaldi Alves, que teria sido agraciado com 45 mil reais, foi chamado de “Lento”, numa referência a seu estilo arrastado.

Apesar da confusão para saber qual é o apelido de quem, no fim das contas, Robinson Faria recebeu o nome de “Bonitão” e seu filho, Fábio Faria, de “Bonitinho”. Ambos receberam 200 mil para campanhas.

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Fonte: Dinarte Assunção e Mossoró Hoje

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