As lendas urbanas existem desde que nos conhecemos por gente. Algumas fantasiosas, outras mais plausíveis, as lendas urbanas são espalhadas boca-a-boca pela população constituindo um tipo de folclore contemporâneo.

No Brasil não é diferente e cada estado parece ter seu próprio rol de lendas urbanas. Qual criança nunca teve medo de ser pego pelo homem do saco? E do chupa-cabra, criatura que assombrou a área rural brasileira, com seu aspecto de “vampiro”? Conheça agora algumas lendas urbanas características do estado do Rio Grande do Norte.

Veja aqui algumas lendas mais contadas no Rio Grande do Norte e entenda porque algumas pessoas acreditam nelas.

1. Fantasma de Lampião no Memorial da Resistência

O Memorial celebra a resistência da cidade de Mossoró, durante o ataque de Lampião e seus cangaceiros. Reza a lenda que Lampião nunca se esqueceu desta derrota e de tempos em tempos, seu fantasma volta para assombrar o Memorial, assim como de seus companheiros. Há relatos de vultos dos fantasmas dos cangaceiros avistados rondando as imediações na madrugada.

2. A botija do Jararaca

Nessa mesma batalha de Mossoró, Jararaca, um dos cangaceiros de Lampião, fugiu em meio ao combate. Mesmo ferido nas coxas e no peito, conseguiu atravessar uma ponte de ferro e se abrigou debaixo de um pé de oiticica, planta de onde se extrai o babaçu. Lá, teria reunido toda sua riqueza em uma caixa de charutos e enterrado. Após sua morte, sua alma teria se materializado para um pobre comerciante. Reza a lenda que o homem ouviu uma voz lhe chamando e avistou Jararaca, lhe dando as orientações para desenterrar seu tesouro. Após desenterrado, o comerciante virou para Jararaca para lhe agradecer e o mesmo havia sumido.

3. O Atormentado do Cuscuz

Surge no meio da noite, na forma de uma fumaça dentro dos fogões, enquanto o cuscuz é preparado pelas donas de casa. Derrubando tudo o que está por perto, apagando os fogões, com um odor característico de palha de coqueiro queimada.
Dizem que a é a alma de um sujeito que vivia sozinho e só se alimentava de cuscuz. Certa vez, dois sujeitos drogados invadiram sua casa, o amarraram num coqueiro e atearam fogo no homem. Enquanto ele morria carbonizado, os sujeitos comiam todo o seu cuscuz. Algumas pessoas já até evitam comer cuscuz pelo jantar, só por precaução!

4. A viúva Machado

Amélia Duarte Machado era uma mulher que era casada com um rico comerciante português. Após a morte de seu marido, tomou o controle de seus negócios. Naquela época, a mulher era somente útil para servir o marido. Como não tinha filhos, começou a ser vista como suspeita pela população, fazendo uma nova lenda urbana se espalhar: que a viúva comia o fígado de crianças, sendo uma espécie de papa-figo. Muitos evitavam passar perto de sua residência. A má fama teve de ser desmentida publicamente por Amélia na imprensa. Mesmo sendo lenda urbana, considerada um monstro, Amélia foi uma importante figura na história natalense.

5. A lenda do Poço Feio

No Poço Feio, em Governador Dix-Sept Rosado, existe uma formação calcária de forma curiosa, nomeada de “baú da moça”. Reza a lenda de que em noites de lua cheia, uma bela moça se banha nas águas do Poço, atraindo homens com seu belo canto que, ao se apaixonarem pela moça, a seguem até o fundo da caverna, morrendo afogados nos túneis que existem no local.

Você está pensando em visitar o RN? Não deixe de contratar um seguro viagem Rio Grande do Norte para o caso de se assustar com o fantasma dos cangaceiros e do Lampião, já que assim você conta com socorro médico, bem como para exames do coração!

Então, você conhece algumas dessas lendas? Se conhece outras, conte para nós!

Fontes: Tok de História e Notícias Bol.

Escrito por Andreia Silveira do site SeguroViagem.org enviado por Luana Biral.

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Escrito por Henrique Araujo

O criador e editor do Curiozzzo é formado em Sistemas de Informação, viciado em internet desde muito cedo, e encontrou na criação conteúdo para ela uma nova paixão. Criou este site em 2014 para levar o Rio Grande do Norte (onde vive desde criança) para o mundo de uma forma criativa e diferenciada. Siga-o: instagram.com/henrique.e.araujo

um comentário

  1. Minha mainha contava uma história do casaca de couro, que pulava nas costas de quem o evocava e ninguém dizia o que acontecia depois disso. E viva Câmara Cascudo!

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