INÉDITO: Roberto Cabrini passa uma noite no presídio de Alcaçuz

Imagens: Divulgação do Conexão Repórter / SBT

No programa Conexão Repórter (SBT) deste domingo, 26 de março, Roberto Cabrini passa uma noite em uma das celas do temido pavilhão quatro do presídio de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte.

O repórter viveu momentos de tensão para desvendar os segredos do presídio onde ocorreu o massacre que matou 26 pessoas no começo de 2017, e uma enorme rebelião destrutivo em 2015, que mostramos aqui.

Ele gravou um programa inteiro de 1 semana no presídio, que de tão extenso foi divido em duas partes. Com isso, ele se torna o primeiro jornalista a ter acesso ao interior da maior prisão potiguar, que ficou conhecida como inferno.

Imagens: Divulgação do Conexão Repórter / SBT

Em uma fantástica e destemida investigação de uma semana, Cabrini faz importantes revelações sobre os bastidores da guerra entre facções que produziu execuções bárbaras e decapitações, conversou com o polêmico secretário de Justiça do RN, e ouviu familiares de presos decapitados.

O jornalista também conseguiu ficar frente a frente com importantes líderes das organizações criminosas,  e mostrou como vivem os presos, suas rotinas, o que acontece por trás das grades e a ação dos agentes especiais da Força Nacional Penitenciária.

Imagens: Divulgação do Conexão Repórter / SBT

 

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Henrique Araujo

O criador do Curiozzzo é formado em Sistemas de Informação, já foi dono de startups, administrador de grupos, empresário, mas sempre foi um amante da internet, primeiro como desenvolvedor e depois como produtor de conteúdo, desde a chegada dela no Brasil. Em 2014 criou o blog e encontrou na história e na cultura de onde mora uma nova paixão. Hoje ele leva o Rio Grande do Norte para o mundo de forma respeitosa, criativa, curiosa e única. Siga-o: instagram.com/henrique.e.araujo

1 Comentário

  • Comecei a ver e acho que foi muito apropriada a reportagem, embora a imprensa local tenha se empenhado. Realmente, é um horror o que se viveu com o “Massacre de Alcaçus” e até que ponto as autoridades deixaram chegar. Nos fins de semana acompanhava da minha janela quando passavam os camburões para o ITEP e rezava por eles. Um horror mesmo. O RN precisa se rever. Eles tratam as pessoas diferentemente.

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