Site divulga novas fotos da 2ª Guerra em Natal

Os registros feitos por um fotógrafo americano já falecido podem custar até 500 dólares.

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Um navio chinês bateu de propósito em um navio potiguar na “Guerra pelo Atum”

“Está acontecendo uma guerra no mar, uma guerra pelo atum”

Este veterano de guerra de Caicó (RN) tem quase 100 anos e uma super memória

Ele é o seu “Zezinho”, lá de Caicó (Rio Grande do Norte). Famoso na cidade por ter sido combatente na 2ª Guerra Mundial e hoje, com 93 anos de idade, possuir uma super memória, capaz de lembrar a sua apresentação individual como militar da época em que serviu INTEIRA, por exemplo. https://www.youtube.com/watch?v=bzoMey6nLd4&from=curiozzzo.com Seu Zezinho todos […]

As instruções para a população de Natal em caso de um ataque durante a Segunda Guerra

Durante a Segunda Guerra Natal (RN) foi a cidade mais militarizada do país, aliás, de toda a América do Sul!

A guerra fez o Exército Brasileiro deslocar nos primeiros anos da década de 1940 algumas unidades militares para proteger Natal e região de algum ataque das potências envolvidas.

Em 1942 havia um temor geral pairando no ar por parte de todos, e um curioso informe dos militares sobre como a população de Natal deveria agir caso um ataque aéreo ocorresse na cidade foi publicado no jornal A República, em Fevereiro daquele ano.

Uma equipe de TV mergulhou em túneis abandonados da época da guerra no RN

O repórter Francisco José e sua equipe do programa “Fantástico” da TV Globo foram visitar minas subterrâneas localizadas na cidade de Currais Novos, a 180 km de Natal.

Essas minas começaram a ser exploradas em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, e possuem mais 120 km de túneis escuros. O exército americano extraía delas a Scheelita, minério do qual retiravam o Tugstênio, que por sua vez era usado na indústria armamentista.

Depois de uma longa caminhada, eles descem mais 800 metros por uma caverna, e chegam à uma parte totalmente alagada. Depois disso, tem mais 36 km de túneis alagados para mergulharem.

A complexidade do percurso é tanta que foi preciso amarrar um “cabo guia”. Sem esse recurso seria impossível conseguir voltar para o mesmo lugar por onde entraram. “Sem cabo guia você não tem como sair daqui, sem luz ainda sai, mas sem cabo guia não sai”, diz um dos mineiros da equipe.

Eles descem com 40 kilos de cilindros duplos de ar comprimido para descobrir o que tem lá em baixo, e acompanhem o que eles encontram.