Um relato impressionante de como era Natal (RN) em 1872

Em 1872 Natal não tinha água encanada, nem carros e nem luz. Também não havia muito o que fazer, e a comunicação à distância era uma coisa extremamente complexa.
É o que relata um escritor natalense em 1938.

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19 curiosidades interessantes sobre Mossoró (RN)

Já era hora de falar sobre Mossoró, a segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, também conhecida como a “capital do oeste potiguar”, “terra do sol”, e “terra do petróleo e sal”. É tanta história e cultura que fica difícil até de começar, mas a gente tenta!

Conheça o “SOPA”; um dos primeiros ônibus de viagem de Natal (RN)

O “SOPA” era um misto de madeira montada sobre um chassi de marca de caminhão importado

Imagem mostra Natal (RN) em seus primeiros tempos

Natal foi habitada por povos indígenas Tapuias até aproximadamente o ano de 1000. Depois a região foi invadida por povos Tupis vindos da Amazônia, que expulsaram os Tapuias para o interior. Foi aí que um desses povos tupis passaram a habitar o local: os Potiguaras.

Depois disso, a partir de 1535, houve a chegada de uma frota a serviço do Rei de Portugal com objetivo de colonizar as terras da região, tarefa que sofreu forte resistência dos índios e dos piratas, e 60 anos depois de uma nova esquadra comandada por Manuel Mascarenhas Homem pelo Rio Potengi. Foi quando começou a construção da pequena Fortaleza da Barra do Rio Grande, que logo se tornou a enorme Fortaleza dos Reis Magos dos dias atuais.

E parece que foi justamente uma dessas indas e vindas de novos povos que esta imagem curiosa foi criada. O cenário foi registrado em forma de desenho, pois eram tempos tão remotos que não haviam máquinas fotográficas. As fotografias eram na verdade a reprodução talentosa de um momento real avistado e memorizado pelo “fotógrafo”. Ou seja, alguém de forma genial traduzia para o papel a situação que estava presenciando. 

Este pedreiro achou uma “tigela canibal” de mais de 500 anos no RN

Marcelo Sena de Oliveira, de 29 anos é pedreiro no município de Lagoa D’anta, há 125 quilômetros de Natal. Ele retirava areia de um terreno para a construção de sua casa, quando notou algo mais firme enterrado na areia. Sem saber do que se tratava, Marcelo bateu com sua pá para tentar encontrar o objeto, até ver algo com o aspecto de uma tigela.

“Ela estava inteira, mas quando fui tirar ela se despedaçou. Deixei os pedaços lá porque porque eram muito miúdos”, contou Marcelo ao jornal Tribuna do Norte. Pela decoração do utensílio ele desconfiou que o artefato fosse indígena. “Mas como a gente mora no interior não conhecia ninguém que pudesse dizer que era mesmo. Aí, quando soube que a minha professora dava aula de educação indígena, dei para ela”, acrescentou.

Marcelo é formado em pedagogia, e sua professora de pós-graduação é a antropóloga Taís Cruz, que, ao receber apenas parte do objeto de presente do aluno, e comparar com as descrições de um livro do arqueólogo brasileiro, André Prous, logo teve a certeza de que aquele era um material produzido há mais de 500 anos.